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Como melhorar a sustentabilidade ambiental em cinco passos – Spies Hecker

Como melhorar a sustentabilidade ambiental em cinco passos – Spies Hecker

A marca global de revestimentos de repintura da Axalta está empenhada em apoiar as oficinas nos respetivos esforços para que estas tenham uma filosofia ecológica e reduzam o consumo de energia.

 

Joachim Hinz, brand manager da Spies Hecker na Europa, Médio Oriente e África abordou a importância da sustentabilidade e ofereceu orientação no que as oficinas podem fazer para melhorar a respetiva sustentabilidade ambiental.

O ambiente, principal pilar da sustentabilidade, está sob ameaça devido às alterações climáticas. O cenário de urgência crescente à volta desta questão significa que é essencial que a indústria de repintura tenha o equilíbrio correto de crescimento económico, cuidado ambiental e responsabilidade social.

Os proprietários de automóveis são cuidadosos em relação às suas escolhas e são cada vez mais perspicazes sobre as credenciais ecológicas das empresas.

“Estamos num período crucial, em que as empresas devem demonstrar consciência ambiental nas respetivas práticas se pretendem continuar lucrativas e atrativas aos clientes de hoje, que são perspicazes em termos ambientais. Para os proprietários de oficinas, existem cinco formas concretas para implementar uma filosofia ecológica a partir de uma perspetiva de 360°”, afirmou Joachim Hinz. E enunciou-as.

Análise: o primeiro passo para uma consciência ambiental implica uma análise holística das práticas empresariais existentes. Joachim Hinz explicou que “os proprietários de oficinas devem fazer o balanço dos produtos e materiais acessórios que utilizam, assim como dos processos que têm implementados em todos os aspetos do negócio, desde o trabalho de repintura até à eliminação de resíduos perigosos”.

E colocou algumas questões: “Os colaboradores seguem os processos mais eficientes e trabalham com o mínimo de materiais e recursos? Receberam formação adequada e são apoiados na utilização dos mais recentes sistemas de baixo consumo de energia? Existem mais opções ambientalmente responsáveis e mais recentes disponíveis no mercado? As orientações para os resíduos perigosos estão a ser cumpridas?” E disse: “Quando os proprietários de oficinas tiverem uma imagem clara da respetiva situação, poderão identificar as áreas que podem ser melhoradas”.

Produtos de baixo consumo de energia: o compromisso para melhorar a sustentabilidade ambiental pode ser atingido através da escolha de produtos que permitem realizar reparações com rapidez e eficiência.

Uma gama de produtos como a Speed-TEC da Spies Hecker, permite reparações mais rápidas e mais eficientes em termos energéticos, ao mesmo tempo que proporciona excelentes resultados.

Joachim Hinz explicou que “após a realização da análise, o próximo passo numa abordagem com uma filosofia ecológica pode ser algo tão simples como a escolha dos produtos certos”.

A gama Speed-TEC, da Spies Hecker, permite reduzir para metade os tempos de processamento e elimina o consumo de energia adicional durante a secagem, sem sacrificar a qualidade. É possível secar a temperaturas tão baixas como 20°C, o que está associado a uma economia de energia de 70% para as oficinas.

“Esta opção de baixa temperatura faz com que o impacto no ambiente seja muito mais reduzido do que se as temperaturas tivessem de ser mantidas acima de 65°C e, ao mesmo tempo, mantém as contas de eletricidade baixas,” acrescentou o responsável.

Formação: a consciência ambiental é algo que deve ser partilhado nas oficinas. É fundamental escolher sistemas de tintas fáceis de usar e eficientes em termos energéticos, mas também é importante garantir que os pintores recebem formação na utilização dos processos e sabem como utilizar materiais acessórios.

“O terceiro passo prende-se com a redução dos resíduos. Quanto menos resíduos materiais as oficinas produzirem, melhor será para o ambiente e para os lucros. Quando os pintores são devidamente formados e estão bem informados acerca de um produto, a aplicação é mais fácil e a produção aumenta. Por outro lado, quando não estão certos sobre o processo de aplicação, podem cometer erros que originam resíduos desnecessários,” disse Joachim Hinz.

A Spies Hecker oferece formação ministrada por especialistas e cursos de formação em instalações modernas, num total de 53 locais na Europa. Os pintores aprendem a utilizar corretamente os produtos e as soluções dos sistemas da Spies Hecker contribuindo para tornar o trabalho nas oficinas mais fácil e mais eficiente.

Redução e eliminação de resíduos: o quarto aspeto da sustentabilidade ambiental que deve apoiar a indústria de repintura envolve a eliminação dos resíduos perigosos produzidos.

As oficinas devem cumprir a legislação local e os regulamentos da EU em matéria de eliminação dos produtos que utilizam, não só por questões de segurança e saúde dos respetivos colaboradores, como, também, para benefício e proteção do ambiente.

“Tudo o que é exposto a tintas é considerado perigoso, quer seja toalhetes de limpeza ou luvas de borracha. Por exemplo, os recipientes esvaziados incorretamente são considerados resíduos perigosos e os recipientes totalmente esvaziados são considerados resíduos controlados”, deu conta Joachim Hinz.

Que completou: “É fundamental garantir que ambos são mantidos afastados de esgotos e cursos de água e eliminados de acordo com os regulamentos ambientais. Os rótulos dos nossos produtos e as fichas de dados de segurança fornecem informações importantes sobre a eliminação”.

Escolher o parceiro certo: o quinto (e último) passo no percurso das oficinas para a sustentabilidade ambiental diz respeito aos parceiros, fornecedores e outros vendedores. Joachim Hinz concluiu apelando às oficinas que se juntem a organizações que partilham a mesma filosofia.

“Como costuma dizer-se, ‘Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és’, é fundamental que as oficinas se associem a organizações que incentivarão, apoiarão e continuarão a esforçar-se para se tornarem ecológicas. Hoje, nenhuma empresa é demasiado grande ou demasiado pequena para fazer o balanço do respetivo impacto ambiental”, alertou. Finalmente, ao escolher os produtos certos, as pessoas certas e os processos certos, a indústria pode fazer a sua parte para proteger o ambiente.

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